
Sinto na boca o gosto do pó
Piso o chão que esconde em fundas rugas a ausência de ti
Rasgo-me nas arestas que me lembram que ainda corre em mim o vermelho vivo
Caminho, por instinto, sem destino...
Calco o pó e avanço até que o vermelho pare de correr e inunde as frestas deste chão que me magoa
Até que o vermelho se funda com o pó e se esbata num chão pisado pela saudade
Sabes princesa, é dificil carregar um corpo que só se assume por metade pois a outra apenas se deixa carregar por puro esforço da primeira...
Preciso de uma chuva de ti
Preciso de correr de boca aberta e de face exposta à água que me envias em gotas refrescantes
Caminho rumo a nenhures sabendo que um dia te sentirei escorrendo pela pele
Sabendo que um dia o pó será derrotado, dissolvido, engolido...
Nem que seja...
por um dia apenas...
Piso o chão que esconde em fundas rugas a ausência de ti
Rasgo-me nas arestas que me lembram que ainda corre em mim o vermelho vivo
Caminho, por instinto, sem destino...
Calco o pó e avanço até que o vermelho pare de correr e inunde as frestas deste chão que me magoa
Até que o vermelho se funda com o pó e se esbata num chão pisado pela saudade
Sabes princesa, é dificil carregar um corpo que só se assume por metade pois a outra apenas se deixa carregar por puro esforço da primeira...
Preciso de uma chuva de ti
Preciso de correr de boca aberta e de face exposta à água que me envias em gotas refrescantes
Caminho rumo a nenhures sabendo que um dia te sentirei escorrendo pela pele
Sabendo que um dia o pó será derrotado, dissolvido, engolido...
Nem que seja...
por um dia apenas...
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