Sabes? Acabei de apagar um enorme texto que te tinha escrito. Apaguei-o porque dele só retenho uma coisa que é o que tenho sempre para te dizer:
As nossas mãos continuam unidas para SEMPRE, ETERNAMENTE. E mesmo que não se possam sentir, mesmo que esta PUTA desta vida nos tente separar, elas vão agarrar-se uma à outra cada vez mais!
Por hoje é só... Fica bem, que eu cá me vou aguentando. Sempre com a tua mão a segurar-me...
Nesse jardim de pedra, onde os retratos se desvanecem e os caixilhos se enferrujam, moram memórias, marcas e lembranças de momentos irrepetíveis. Vê-los alinhados faz confusão. É a imagem de um perpétuo caos organizado...
Ainda bem que há músicas como esta para nos transportarem para o interior do nosso próprio caos e para nos ajudarem ver os caixilhos brilhantes que envolvem as imagens coloridas pelos pincéis dos nossos sonhos.
Hoje preciso de ti. Preciso de ti como todos os dias precisei. Preciso da tua luz! Por favor dá-me luz porque a minha está a ficar fraca e não sinto força nem vontade para a aumentar. Sinto-me perdido, estrelinha. Sinto-me a naufragar. Sei que não me queres assim e que não me vais deixar baixar os braços, mas como sabes nem sempre é fácil lutar contra nós mesmos. Por vezes precisamos de um empurrão forte para avançarmos. Sei que te estou sempre a pedir mais do que devo mas sei que me dás sempre mais do que te peço e do que mereço! Surpreende-me outra vez minha luz. Espero por ti, pelo teu calor vermelho.
Beijos gordos para ti e nunca te esqueças: AMO-TE MUITO!!!